
Ao conversarmos sobre alguns nomes de animais e pessoas, surge um comentário:
“Legal né?! Os nomes de países em pessoas... como Itália, Paris...”
E eu me neguei a expressar o que pensava sobre o assunto, pela simples obviedade dos fatos.
Logo, relança-me o diálogo:
“Legal né?! Os nomes de países em pessoas... como Itália, Paris...”
Pela segunda vez, me calo: admirando o silêncio.
Ainda, pela terceira persistente vez:
“Legal né?! Os nomes de países em pessoas... como Itália, Paris...”
Eu, em minha sutil paciência, sem conseguir olhar para o poeta dessa obra, respondo:
“Paris não é país.”
E o silêncio veio devastando o recinto por longos e felizes minutos.
Um comentário:
nessas horas a gente tem que se apegar à deus e levar a vida adiante, boa sorte amiga!
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